Nadia Bolz Weber é uma
pastora diferente da maioria. Cheia de tatuagens no corpo, ela se define como
uma “luterana sarcástica” e “encrenqueira pós-moderna” em
seu blog. Esta semana ela postou o relato de uma inovação na igreja
que lidera, a House for all Sinners and Saints [Casa para todos os
pecadores e santos]. A postura teológica da pastora é luterana, mas é norteada
por uma mentalidade “inclusiva”, ou seja, aceita e incentiva o estilo de vida
dos homossexuais.
Um dos membros da igreja, Asher
O’Callaghan, que é transgênero, recentemente passou por um processo
de mudança de sexo. Usando a liturgia luterana, a pastora fez uma espécie de“rebatismo”,
ou seja, abençoou-o para que ele possa usar com liberdade seu novo nome, que
condiz mais com seu novo corpo.

Depois, com imposição de mãos, a
pastora fez uma oração onde mencionava as situações em que Deus mudou o nome
das pessoas na Bíblia: Abraão, Sara, Jacó, Pedro e Paulo. Em uma breve
explanação, disse que a partir daquele momento, depois de ter “despertado” o
homem que habitava em seu corpo, Asher deveria “usar este nome em nome de
Cristo. Compartilhá-lo em nome da misericórdia. Oferecê-lo em nome da Justiça”.
Com a anuência de sua
congregação, Mary passará a ser reconhecida por todos na igreja como Asher.
Embora não explique como ou porque resolveu fazer esse “rebatismo”, a pastora
Nadia escreveu apenas que um procedimento parecido já era realizado em uma
igreja episcopal anglicana igualmente inclusiva.
Fonte: Gospel Prime