Conforme assinala a BBC de
Londres, “esta é a primeira vez que um paciente que não fala, com um severo
dano cerebral, pôde dar respostas clinicamente relevantes para seu cuidado”.
Scott Routley, de 39 anos, que
sofreu um grave acidente de trânsito 12 anos atrás, respondeu a algumas
perguntas enquanto era feita uma ressonância magnética de sua atividade
cerebral. Com esta descoberta, afirmam os especialistas que cuidam do caso, os
textos da medicina agora terão que ser reescritos.