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sábado, 26 de dezembro de 2015

Santos e Beatos do dia 26 de Dezembro


 

- S. Estêvão (diácono e protomártir.  Era judeu da diáspora e morava em Jerusalem. Fazia parte dos sete diáconos que haviam sido encarregados pelos Apóstolos de assistirem os necessitados da comunidade (Atos 6,1-6). A morte de Estevão é narrada em Atos 7, 57-60);

- B. Secondo Pollo (presbítero, +1941. Sendo capelão militar durante a Segunda Guerra Mundial, morreu em Montenegro atingido por uma bala quando assistia um soldado ferido. Trazia em suas mãos o Rosário e os santos óleos);

- S. Eutímio ( Bispo e mártir, +824. Condenado ao exílio pelo imperador bizantino Miguel II por defender o culto às imagens sagradas, foi flagelado até morrer, em Sardes, atual Turquia)

- S. Arquelau da Mesopotâmia (bispo);

- S. Dionísio (papa);

- S. Zózimo (papa);

- S. Vicenta Lopes e Vicunha (virgem e fundadora);

- Bs. Inés Phila, Águeda Phutta, Lucia Khambang, Cecília Butsi, Bibiana Hampai, Maria Phon (virgens mártires, fuziladas em 1940, por se recusarem a negar a fé cristã. Song-Khon, Tailândia).


Fonte: diversos sites da internet


sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Sobre o Rosário

O que é o Rosário?

A palavra “Rosário” é derivada do latim (rosarium) e seu significado é buquê, grinalda, coroa de rosas.

A Virgem Maria revelou a várias pessoas, em suas aparições, que cada vez que se reza uma Ave Maria uma rosa lhe é entregue e a cada rosário entrega-se uma coroa.

Maria sempre nos orienta a rezar o rosário, por ser uma poderosa arma contra as ações do inimigo.

O rosário é considerado uma oração perfeita porque nele está contida a história da salvação. Nele meditam-se 20 (vinte) passagens da vida de Jesus. Cada passagem denomina-se Mistério. Os mistérios são divididos em 5 (cinco) grupos. Cada grupo de cinco mistérios chama-se terço.  Terço é a quarta parte de um rosário (antes eram 3 mistérios, por isso o nome terço, até que o papa João Paulo II acrescentou mais um mistério). Em suma: quatro terços formam um rosário.

 

Como surgiu a oração do santo rosário?

Santos e Beatos do dia 25 de Dezembro

Beata Maria dos Apóstolos

- B. Maria dos Apóstolos von Wüllenweber (virgem, +1907, de origem alemã, fundou em Tivoli, Itália, o Instituto das Irmãs do Divino Salvador);

-  B. Pedro (o Venerável, abade, +1156. Governou com prudência e sabedoria evangélica o Mosteiro de Cluny, França, restabelecendo a disciplina primitiva);

- S. Anastácia (mártir, +304. Morreu queimada viva);

- S. Eugênia (virgem e mártir. por renunciar a oferecer sacrifícios aos ídolos, ela e seu pai foram decapitados. Séc III);

- B. Jacó de Todi;

- B. Maria dos Apóstolos von Wllenweber (virgem e fundadora);

- S. Alberto Adamo Chmielowski;

- Ss. Mártires de Nicomédia (Os 20 000 mártires de Nicomédia são cristãos que foram martirizados durante os reinados dos imperadores Diocleciano e Maximiano, no início do século IV. Muitos dos que foram executados - homens, mulheres e crianças - foram condenados à pena de morte, enquanto outros foram queimados vivos numa igreja cristão, de acordo com os relatos).


Fonte: diversos sites da internet

 

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Santos Anjos

Os Anjos são antes de tudo os mediadores das mensagens da verdade Divina, iluminam o espírito com a luz interior da palavra. São também guardiões das almas dos homens, sugerindo-lhes as diretivas Divinas; invisíveis testemunhas dos seus pensamentos mais escondidos e das suas ações boas ou más, claras ou ocultas, assistem os homens para o bem e para a salvação. São Gregório Magno diz, que quase cada página da Revelação escrita, atesta a existência dos Anjos. No Novo Testamento aparecem no Evangelho da infância, na narração das tentações do deserto e da consolação de Cristo no Getsemani. São testemunhas da Ressurreição, assistem a Igreja que nasce, ajudam os Apóstolos e transmitem a vontade Divina. Os Anjos preparam o juízo final e executarão a sentença, separando os bons dos maus e formarão uma coroa ao Cristo triunfante. Eles os Anjos,são mencionados mais de trezentas vezes no Antigo Testamento. Além de todas essas referências bíblicas, que por si só justificam o culto especial que os cristãos reservam aos anjos desde os primeiros tempos, é a natureza destes "espíritos puros" que estimula nossa admiração e nossa devoção.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Dízimo e Oferta

DÍZIMO
Dízimo é a contribuição voluntária, regular e proporcional aos ganhos de cada um com a qual o cristão participa das responsabilidades de manter as atividades de sua comunidade de Fé. Reflete o gesto concreto de partilha, o vínculo que o fiel tem com a sua comunidade.
-O Dízimo é aplicado em 3 dimensões:
.Dimensão Religiosa: despesas com o Culto, com o sacerdote, com o templo.
.Dimensão Social: ajuda aos mais necessitados.
.Dimensão Missionária: Despesas com a Evangelização fora dos limites da comunidade. Ajuda a outras paróquias e comunidades, obras missionárias.


OFERTAS
-São os donativos entregues durante o ofertório das missas. Está vinculado à Liturgia.
-No ofertório apresentamos os dons do pão e do vinho que serão consagrados e tornados Corpo e Sangue do Senhor.
-Ao lado desses dons que apresentamos ao altar do sacrifício Eucarístico somos convidados a doar a nossa vida com tudo o que ela contem: dores, alegrias, o que somos, o que temos.
-Doamos também algo de nós, um bem material, a oferta em dinheiro, fruto do nosso suor e que destinamos a sustentar o culto a Deus e às preocupações materiais da Igreja com seus próprios gastos e com a ajuda aos irmãos em dificuldade.
-Por mais piedosa que seja a nossa participação da liturgia eucarística ela não será plena se não participarmos fazendo a nossa oferta. Mesmo quando não temos nenhum valor para ofertar, ainda assim devíamos nos aproximar do altar e fazer a oferta da nossa vida a Deus.

A janela do eremita

A vista do Céu torna leves os mais duros sofrimentos.

Um piedoso eremita, que Deus tinha provado com longos e penosos sofrimentos, foi visitado em sua cela por alguns de seus amigos. 

Maravilhados da suma tranquilidade e alegria que em seu rosto transparecia, perguntaram-lhe como se mostrava tão alegre e paciente em meio de tantos padecimentos.

Sorrindo, o eremita apontou para a janela da sua cela e disse:

— Aquela janela torna-me suportável e leve toda a dor.

— Como pode ser isto? — perguntou um dos visitantes.

— Por meio daquela janela eu vejo o Céu, e esta vista me conforta e anima a padecer por Jesus Cristo todos os meus sofrimentos.



(Pe. Alexandrino Monteiro, S.J., "A Moral em Exemplos" - Mensageiro da Fé, Bahia, 1955, vol. II, p. 184)

terça-feira, 3 de junho de 2014

Maria Mãe da Igreja

Frei Clarêncio Neotti, OFM
http://www.franciscanos.org.br/
A Igreja sempre venerou Maria como sua mãe. Mesmo porque há uma razão lógica: ela é a Mãe de Jesus, cabeça da Igreja e a Igreja é o corpo místico de Cristo, princípio e primogênito de todas as criaturas celestes e terrestres (Ef 1,18). Por isso mesmo, Maria é a mãe de todos os que nasceram pelo Cristo, tornaram-se irmão de Cristo e em Cristo, e são herdeiros de sua graça, sua vida e sua glória. Foi, porém, em pleno Concílio Ecumênico Vaticano II, no dia 21 de novembro de 1964, que o Papa Paulo VI deu solenemente a Maria o título de “Mãe da Igreja”.
Os Bispos do mundo inteiro acabavam de assinar a Constituição Dogmática Lumen Gentium, sobre a Igreja, e o Papa acabara de promulgar, em sessão pública, o novo documento, que implantaria os rumos futuros da eclesiologia e da prática pastoral. Diferentemente do que se pensara na fase preparatória do Concílio, os Padres Conciliares não fizeram um documento especial sobre o papel de Maria na história da salvação, mas inseriram a doutrina mariana, a pessoa de Maria e sua função como co-redentora, no próprio documento sobre a Igreja, ressaltando a Mãe de Jesus como membro, tipo e modelo da Igreja.

Não, imprensa, a Igreja não vai acabar com o celibato

A luta da imprensa por uma Igreja livre do celibato é a luta do inimigo de Deus contra a santidade de seus filhos

Padre Paulo Ricardo

O debate a respeito do celibato sacerdotal voltou à mesa de discussões nos últimos dias. Os meios de comunicação estão em polvorosa desde as recentes declarações do novo Secretário de Estado do Vaticano, Dom Pietro Parolin, sobre a proibição do casamento aos padres católicos. A imprensa julga ter visto nas palavras do bispo indícios de uma futura ab-rogação da disciplina eclesiástica. Trata-se, evidentemente, de puro delírio - e, como de costume, um pouco de má fé.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

O que fazer quando um dos cônjuges não quer “casar na Igreja”?


Com o afrouxamento dos valores morais na sociedade a partir dos anos 70, o casamento sofreu um duro golpe: muitos casais deixaram de se unir em matrimônio perante a Igreja, optando por celebrarem apenas a união civil.

Ocorre que muitos desses casais ou apenas um dos cônjuges, ao aproximarem-se novamente da sã doutrina católica, perceberam a importância do sacramento do matrimônio e desejam regularizar a sua situação. Porém, muitos encontram resistência por parte de seu cônjuge. O que fazer diante disso?

A Igreja, reconhecendo a validade do acordo firmado entre os cônjuges, utiliza o seu poder para transformar aquele consentimento dado no casamento civil em sacramento. Trata-se da sanação radical (sanatio in radice), que se encontra tipificada no Código de Direito Canônico, nos cânones 1161 e seguintes: