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domingo, 22 de dezembro de 2013

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A BÍBLIA (2)

Padre Cristovam Iubel

11) Quem dividiu a Bíblia em capítulos e versículos?
A divisão dos livros da Bíblia em capítulos é da autoria do inglês Estévão Langton, arcebispo de Cantuária, e foi realizada no ano de 1214. Já a divisão dos capítulos em versículos foi feita, em definitivo, em 1551, pelo tipógrafo Roberto Stefano. Uma curiosidade: a Bíblia tem 1.328 capítulos e 40.030 versículos.

12) Quais são as duas grandes partes da Bíblia?
A Bíblia está dividida em duas grandes partes; ANTIGO TESTAMENTO e NOVO TESTAMENTO. O Antigo Testamento começa com o livro de Gênesis e termina com o livro de Malaquias, e o Novo Testamento vai do Evangelho escrito por São Mateus até o livro do Apocalipse de São João.

domingo, 15 de dezembro de 2013

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A BÍBLIA (1)

Padre Cristovam Iubel

01) Qual o significado da palavra "Bíblia"?
A palavra "Bíblia" é de origem grega e quer dizer "LIVROS". São, ao todo, 73 livros: 46 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento.

02) Quem é o autor da Bíblia?
O autor da Bíblia é Deus. Não foi Ele, porém, quem a escreveu. Essa tarefa coube aos homens e mulheres que, movidos pelo Espírito Santo, foram aos poucos escrevendo tudo o que a eles era inspirado que escrevessem.

03) Os autores humanos da BÍBLIA apenas "copiaram" o que Deus "ditou" a eles?
Não, os autores humanos da Bíblia receberam a inspiração de Deus e usaram das próprias palavras - e dos próprios conhecimentos - para redigir os textos inspirados.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Cristo – Palavra Única da Sagrada Escritura


Por meio de todas as palavras da Sagrada Escritura, Deus pronuncia uma só Palavra, seu Verbo único, no qual se expressa por inteiro:

"Lembrai-vos que é uma mesma a Palavra de Deus que está presente em todas as Escrituras, que é um mesmo Verbo que ressoa na boca de todos os escritores sagrados; ele que, sendo no início Deus junto de Deus, não tem necessidade de sílabas, por não estar submetido ao tempo." (Sto Agostinho)

Por este motivo, a Igreja sempre venerou as divinas Escrituras, como venera também o Corpo do Senhor. Ela não cessa de apresentar aos fiéis o Pão da vida tomado da Mesa da Palavra de Deus e do Corpo de Cristo.

Na Sagrada Escritura, a Igreja encontra incessantemente seu alimento e sua força, pois nela não acolhe somente uma palavra humana, mas o que ela é realmente: a Palavra de Deus "Com efeito, nos Livros Sagrados o Pai que está nos céus vem carinhosamente ao encontro de seus filhos e com eles fala".

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A Bíblia indica que devemos aceitar a Tradição Oral


 Escrito por Joel Peters

São Paulo recomenda e ordena a manutenção da Tradição Oral. Em 1Cor 11,2, por exemplo, lemos: “Eu vos felicito por vos lembrardes de mim em toda ocasião e conservardes as tradições tais como eu vo-las transmiti”4. São Paulo está claramente recomendando que mantenham a tradição oral, e deve ser notado em particular que ele congratula os fiéis por fazê-lo (Eu vos felicito...). Também é explícito no texto o fato de que a integridade desta Tradição oral apostólica era claramente mantida, da mesma forma como Nosso Senhor havia prometido, sob o auxílio do Espírito Santo (cf. Jo 16,13).

domingo, 13 de janeiro de 2013

Betânia, local visitado por Jesus


Betânia é um vilarejo que distava cerca de seis quilômetros de Jerusalém, por trás do Monte das Oliveiras. Este local é mencionado várias vezes na Bíblia, como sendo visitada por Jesus.

Betânia é uma palavra grega, de origem hebraica (bét nîyyah, contração de bét nanîyah) cujo significado é a casa de Ananias. Esta aldeia foi fundada pelos judeus quando regressavam do exílio, quando lhe deram o nome de Ana         niah; descendentes de Benjamin estabeleceram-se desde Geba até Macmas, Hai, Betel e em suas aldeias, em Ananot, em Nobe, em Anania. (Ne 11, 31-32)

sábado, 1 de setembro de 2012

SETEMBRO: MÊS DA BÍLIA


Reflexões de Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro
RIO DE JANEIRO, sexta-feira, 31 de agosto de 2012 (ZENIT.org) - Estamos em mais um dos meses temáticos. Além dos temas dos textos bíblicos e os próprios da liturgia, a Igreja no Brasil nos sugere um assunto que perpassa todo o mês para a nossa reflexão.
Em setembro, a Igreja Católica celebra o mês da Bíblia. Esse mês temático foi criado em 1971 e ele foi escolhido porque no último domingo celebramos o Dia Nacional da Bíblia, devido à proximidade da festa de São Jerônimo, patrono dos estudos Bíblicos, no dia 30.
A cada ano um livro bíblico é aprofundado em nossas comunidades, seja pelas reuniões de grupos, seja pelas publicações, ou ainda pelas celebrações. Nesse ano, o tema deste mês é “discípulos missionários a partir do Evangelho de Marcos”. A escolha desse evangelista ocorre devido ao ano “B” da liturgia dominical, que contempla a leitura desse texto. Já está previsto para os próximos anos seguir o mesmo tema à luz do evangelho do domingo: Lucas, Mateus e depois, em 2015, João.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Descoberto evangelho apócrifo do Egito na Inglaterra

Fonte: Zenit
Pamplona (RV) - O decano da Faculdade de Teologia da Universidade de Navarra e professor de Novo Testamento da mesma universidade, Juan Chapa, encontrou na Inglaterra um novo evangelho apócrifo, texto que pelo seu conteúdo ou forma assemelha-se aos quatro evangelhos incluídos no Novo Testamento: Mateus, Marcos, Lucas e João.
O fragmento pertence à coleção de papiros de Oxirrinco, Egito, preservado e publicado na Universidade de Oxford, sob o patrocínio da Egypt Exploration Society de Londres e British Academy.
O texto, recém-descoberto e publicado, mede sete centímetros de comprimento por sete de largura e é escrito de ambos os lados com cerca de vinte e duas linhas. De um lado, o documento inclui algumas palavras de Jesus dirigidas a seus discípulos que, como explicou Chapa, são "uma chamada para o seguimento radical, com uma alusão à Jerusalém e ao Reino". No outro lado, narra-se parte de um "exorcismo" realizado por Jesus que, como indica Chapa, não encontra paralelo exato nos quatro evangelhos canônicos e que, mais do que um novo exorcismo, parece uma síntese dos já conhecidos pelo outros evangelhos e "testemunha a importância que teve entre os primeiros cristãos esta atividade de Jesus".
De acordo com este especialista em papiros, que colabora há anos com o projeto de edição de papiros da coleção britânica, ainda é incerto a dimensão dessa descoberta, mas assegurou que "fornecerá novas luzes para entender melhor o cristianismo dos primeiros dois séculos e o que liam e pensavam os primeiros cristãos do Egito, e também sobre a formação dos Evangelhos". “Destaca especialmente pela sua antiguidade – diz Chapa -, porque foi escrito por volta do ano 200. São poucos os manuscritos preservados dessa época, e ainda menos, testemunhas dos evangelhos apócrifos".
Nesse sentido, observou que, dos dois primeiros séculos, temos "um pouco mais de uma dezena de manuscritos" dos quatro evangelhos canônicos e apenas quatro de evangelhos apócrifos: do Evangelho de Tomé, do chamado Egerton Gospel - um Evangelho desconhecido que só se conhece por este manuscrito – e de outros dois que alguns atribuem ao Evangelho de Pedro.
Os quatro evangelhos incluídos no Novo Testamento são aqueles que a Igreja transmitiu como testemunho autêntico procedente da época apostólica e os outros livros do mesmo gênero perderam por não acrescentar nada novo ao que já continha naqueles quatro, ou porque foram elaborados a partir deles, a fim de difundir alguma doutrina particular, às vezes até em desacordo com a encontrada nos evangelhos canônicos.



quinta-feira, 1 de março de 2012

Nova edição da Bíblia em árabe

Fonte: zenit

A Tipografia Franciscana em Jerusalém (Franciscan Press Printing) imprimiu duas versões "valiosas" da Sagrada Escritura em árabe. A primeira versão - diz o site - contém o Antigo e o Novo Testamento, em formato maior, e custa 100 NIS (New Israel Shekel). A segunda versão inclui apenas o Novo Testamento e está disponível ao preço de 15 NIS e de 10 NIS com a capa flexível.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A diferença entre as Bíblias Católica e Protestante

Esta semana ouvi uma afirmação que me deixou boquiaberto, não pelo conteúdo desta afirmação, mas pelo autor. É que esta pessoa, assídua frequentadora da Igreja Católica, participante de grupos e pastorais, ainda não sabia que a Bíblia dos protestantes tem um número inferior de livros, ou seja, não é igual à Bíblia Católica.
Esta postagem é para esclarecer este meu desinformado amigo e outras em igual situação.
Mas devo incluir aqui uma explicação: ninguém é obrigado a saber tudo. O que na realidade me causou espanto, neste caso em particular, foi que uma pessoa com mais de dez anos (não são dez meses) de caminhada na Igreja nunca ter ouvido falar sobre a diferença entre as Bíblias Católica e protestante. Sua surpresa foi genuína, quando lhe mostrei a diferença.
A nossa Bíblia tem 73 livros que se divide em Antigo Testamento e Novo Testamento. São 46 livros no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento. Os 4 evangelhos, no Novo Testamento, tem Jesus Cristo como tema central.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Dízimo: fundamentação bíblica

O dízimo não é uma invenção humana e nem uma forma da igreja explorar financeiramente as pessoas ou uma forma de manutenção física das pessoas que trabalham para Deus. Pensar desta forma é minimizar a existência do dízimo, é reduzi-lo a um plano financeiro, o que está muito distante da verdade.
O dízimo é um preceito bíblico que surgiu de forma espontânea como uma resposta da criatura humana à bondade divina. Quem aceita o dízimo em sua vida está atendendo a um chamado divino e aceitando que Deus entre em seu coração, transformando-o em um ser mais generoso, mais bondoso e mais responsável. Ser dizimista é aceitar a partilha, a doação, a comunhão... O dízimo tem uma origem bíblica, por ter seu fundamento na palavra de Deus sendo, portanto, um mandamento divino.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Bíblia - perguntas e respostas

Pergunta - O que são os livros APÓCRIFOS?
Resposta - Os apócrifos são livros escritos nos tempos em que foram escritos os demais livros da Bíblia, mas que não foram escritos sob inspiração de Deus e, por isso, não pertencem ao livro da Bíblia.
P -  Quantos livros tem a Bíblia Protestante?
R - A Bíblia Protestante tem 66 livros, 7 a menos que a Bíblia Católica. Os livros de Baruc, Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, 1º e 2º Macabeus e parte dos livros de Ester e Daniel fazem parte da Bíblia Católica, mas não da Bíblia Protestante.
Razões teológicas e históricas levaram os judeus - e depois os protestantes - a considerar esses livros como livros apócrifos.

sábado, 19 de novembro de 2011

O Rosário é bíblico?

Traduzido para o Veritatis Splendor por Rondinelly Ribeiro Rosa.
A intenção do texto não é esgotar a teologia em torno do Rosário, mas apenas demonstrar superficialmente que não existe oposição entre esta devoção e a Palavra de Deus, como julgam alguns hereges.
Vários protestantes têm uma grande pulga atrás da orelha com o rosário. “Como é antibíblico!”, dizem eles. Pois bem, é hora de analisar o Rosário e ver o que a Bíblia tem a dizer sobre este assunto.
O Rosário é uma coleção de orações individuais:
1 – O Credo
2 – O Pai-Nosso
3 – A Ave-Maria
4 – Glória
5 – Salve Regina
1. O Credo Apostólico

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Pedro, a rocha sobre a qual Cristo fundou a Igreja

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 7 de junho de 2006 (ZENIT.org).- Publicamos a intervenção de Bento XVI pronunciada durante a audiência geral desta quarta-feira, dedicada a comentar o tema “Pedro, a rocha sobre a qual Cristo fundou a Igreja”.
Queridos irmãos e irmãs:
Reiniciamos as catequeses semanais que começamos nesta primavera. Na última delas, há quinze dias, tínhamos falado de Pedro como o primeiro apóstolo; hoje queremos voltar a falar mais uma vez sobre esta grande e importante figura da Igreja. O evangelista João, ao narrar o primeiro encontro de Jesus com Simão, irmão de André, constata um dado singular: «Jesus, fixando seu olhar nele, disse-lhe: ?Tu és Simão, o filho de João, tu te chamarás Cefas - que quer dizer, Pedra» (João 1, 42). Jesus não costumava mudar o nome de seus discípulos. Com exceção do apelido de «filhos do trovão», dirigido em uma circunstância precisa aos filhos de Zebedeu (cf. Marcos 3, 17), e que depois não utilizará, nunca atribuiu um novo nome a um de seus discípulos. Contudo, ele o fez com Simão, chamando-o de Cefas, nome que depois foi traduzido em grego como «Petros», em latim «Petrus». E foi traduzido precisamente porque não era só um nome; era um «mandato» que Petrus recebia desse modo do Senhor. O novo nome, «Petrus», voltará a aparecer em várias ocasiões nos Evangelhos e acabará substituindo seu nome original, Simão.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A Bíblia utilizada pelos protestantes é diferente da Bíblia utilizada pelos católicos

Muitas pessoas se surpreendem ao saber que a Bíblia utilizada pelos protestantes é diferente da Bíblia utilizada pelos católicos. Mas qual é a diferença?
Como já escrevemos, o catálogo sagrado foi começou a ser definido pela Igreja Católica em 393 durante o Concílio Regional de Hipona (África). A Igreja desde os tempos apostólicos, utilizou a versão grega dos livros sagrados, chamada Septuaginta.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

50 Provas do Novo Testamento Atestando o Papado e o Primado de Pedro

Por: Dave Armstrong - ex protestante
A doutrina católica do Papado está baseada na Bíblia e é derivada da evidente primazia de São Pedro entre os Apóstolos de Cristo. Como todas as doutrinas cristãs, esta também experimentou um desenvolvimento através dos séculos, mas não perdeu seus componentes essenciais que já existiam na liderança e prerrogativas de São Pedro. Tudo isto foi dado a ele pelo próprio Senhor Jesus Cristo, como reconheceram seus contemporâneos e foi aceito pela Igreja primitiva. Os dados bíblicos petrinos são evidentes e convincentes pela virtude de seu peso cumulativo. Tal peso é especialmente claro conforme vemos nos comentários bíblicos; seguem-se, assim, as evidências da Sagrada Escritura:

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

O pó da terra

Você já sabia que os livros da Bíblia foram escritos em diversos materiais que não o papel, como ele é conhecido hoje, feito de celulose ou reciclado. Já dissemos em postagem anterior que os hagiógrafos utilizaram papiro, pergaminho e cerâmica.
O barro foi utilizado para registrar o conhecimento humano. Misturado com água o barro era facilmente modelado e se transformava no que o homem quisesse. Levava-se ao forno e dava a forma permanente. Mas o homem descobriu que se desenhasse ou escrevesse na chapa de barro haveria um registro para a posteridade.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A linguagem do povo semita

Os Semitas
Semita é o termo que designa um conjunto linguístico composto por vários povos (Antonio Gasparetto Junior em http://www.infoescola.com).
Qual a origem deste termo?
Está na Bíblia. No livro do Genêsis que narra a história de Noé. Um de seus filhos tinha o nome de Sem, versão grega para o hebraico Shem. A derivação deste nome passou a identificar os povos que possuem culturas comuns.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O que a Bíblia fala dela mesma

“Porque a palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante que uma espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do corpo, e das juntas e medulas e discerne os sentimentos e pensamentos do coração. Nenhuma criatura lhe é invisível. Tudo é nu e descoberto aos olhos daquele a quem haveremos de prestar conta” (Hb 4,12-13).
“A Escritura não pode ser desprezada”(Jo 10,34).

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Os sentidos da Sagrada Escritura

Para se fazer uma boa leitura da Bíblia, a Igreja nos recomenda ter em mente o que chamamos de cinco sentidos.
1. A analogia da fé – A Bíblia é um livro de verdades religiosas reveladas por Deus. Cada texto está de certa forma relacionado com toda a Bíblia e com a fé da Igreja. Não podemos tirar um texto ou um versículo que seja deste contexto, sem que possa haver erro de interpretação. Aqui entra a fundamental importância da Tradição e do Magistério da Igreja. É a Igreja que deve ter a palavra final, a fim de se evitar o perigoso subjetivismo pessoal (“eu acho que...”).