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terça-feira, 22 de setembro de 2015

Dízimo e Oferta

DÍZIMO
Dízimo é a contribuição voluntária, regular e proporcional aos ganhos de cada um com a qual o cristão participa das responsabilidades de manter as atividades de sua comunidade de Fé. Reflete o gesto concreto de partilha, o vínculo que o fiel tem com a sua comunidade.
-O Dízimo é aplicado em 3 dimensões:
.Dimensão Religiosa: despesas com o Culto, com o sacerdote, com o templo.
.Dimensão Social: ajuda aos mais necessitados.
.Dimensão Missionária: Despesas com a Evangelização fora dos limites da comunidade. Ajuda a outras paróquias e comunidades, obras missionárias.


OFERTAS
-São os donativos entregues durante o ofertório das missas. Está vinculado à Liturgia.
-No ofertório apresentamos os dons do pão e do vinho que serão consagrados e tornados Corpo e Sangue do Senhor.
-Ao lado desses dons que apresentamos ao altar do sacrifício Eucarístico somos convidados a doar a nossa vida com tudo o que ela contem: dores, alegrias, o que somos, o que temos.
-Doamos também algo de nós, um bem material, a oferta em dinheiro, fruto do nosso suor e que destinamos a sustentar o culto a Deus e às preocupações materiais da Igreja com seus próprios gastos e com a ajuda aos irmãos em dificuldade.
-Por mais piedosa que seja a nossa participação da liturgia eucarística ela não será plena se não participarmos fazendo a nossa oferta. Mesmo quando não temos nenhum valor para ofertar, ainda assim devíamos nos aproximar do altar e fazer a oferta da nossa vida a Deus.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dízimo: A organização. O que se verifica é que ela nos falta na comunidade.


Ezequias faz uma reforma geral na mentalidade do povo judeu, no Templo. Purifica o Templo e quer pessoas puras para o trabalho de animação. Ezequias reúne as pessoas e dá as suas funções de acordo com suas qualidades, capacidades, "...A assembleia ofereceu sacrifícios de ação de graças, e os que tinham o coração generoso levaram holocaustos" (2 Cr 29, 31).

O culto a Deus para ser perfeito deve ser feito sem profanação. Acontece porém que muitos católicos acreditam em coisas destoantes da sua fé.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Pastoral do Dízimo - Como estabelecer metas?

Em primeiro lugar a equipe do Dízimo deve ser conhecedora da sua realidade, ou seja, deve conhecer a sua estrutura e os recursos disponíveis para o desempenho de suas atividades. Outro fator importante é conhecer o ambiente de atuação, ou seja, a realidade social da paróquia.
Uma ferramenta muito útil e de possível aplicação é a análise ambiental, mais conhecida como SWOT ou FOFA. O objetivo central da análise SWOT é fazer com que a equipe alcance um conhecimento de seus pontos fortes, pontos fracos, as oportunidades e as ameaças do ambiente onde está atuando.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Os Cinco Mandamentos da Igreja

Obrigações que todo católico tem de cumprir
Uma coisa que muitos católicos não sabem – e por isso não cumprem – é que existem os "Cinco Mandamentos da Igreja", além dos Dez Mandamentos conhecidos. Eles não foram revogados pela Igreja com o novo Catecismo de João Paulo II (1992). É preciso entender que mandamento é algo obrigatório para todos os católicos, diferente de recomendações, conselhos, entre outros.
Cristo deu poderes à Sua Igreja a fim de estabelecer normas para a salvação da humanidade. Ele disse aos Apóstolos: "Quem vos ouve a mim ouve, quem vos rejeita a mim rejeita, e quem me rejeita, rejeita Aquele que me enviou" (Lc 10,16). E prossegue: “Em verdade, tudo o que ligardes sobre a terra, será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra, será também desligado no céu.” (Mt 18,18)

sexta-feira, 20 de abril de 2012

A Pastoral do Dízimo e suas metas

O que é uma meta? Meta (em inglês: target) é um marco, um limite, um desafio, algo que se pode realizar, uma etapa a ser atingida dentro de um objetivo, no seu todo ou em parte. Uma ou mais metas podem ser necessárias para se alcançar, por completo, um objetivo.
Como visto anteriormente o objetivo da pastoral do Dízimo é a conscientização dos paroquianos em relação ao seu papel, para que os mesmos sintam-se corresponsáveis pela manutenção de sua comunidade. Os fiéis devem-se sentir despertados para o compromisso firmado quando do seu batismo e este trabalho deve ser realizado pela pastoral do dízimo.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Dízimo: fundamentação bíblica

O dízimo não é uma invenção humana e nem uma forma da igreja explorar financeiramente as pessoas ou uma forma de manutenção física das pessoas que trabalham para Deus. Pensar desta forma é minimizar a existência do dízimo, é reduzi-lo a um plano financeiro, o que está muito distante da verdade.
O dízimo é um preceito bíblico que surgiu de forma espontânea como uma resposta da criatura humana à bondade divina. Quem aceita o dízimo em sua vida está atendendo a um chamado divino e aceitando que Deus entre em seu coração, transformando-o em um ser mais generoso, mais bondoso e mais responsável. Ser dizimista é aceitar a partilha, a doação, a comunhão... O dízimo tem uma origem bíblica, por ter seu fundamento na palavra de Deus sendo, portanto, um mandamento divino.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Qual o objetivo da Pastoral do Dízimo? (parte 2)

É essencial para a Pastoral do Dízimo que em todas as suas atividades busque conscientizar os paroquianos sobre o seu papel e a sua responsabilidade para com a comunidade onde vive, incluindo neste processo as lideranças das diversas pastorais, movimentos e grupos, motivando a todos a contribuir com a sua comunidade e com a Igreja.
Mais do que arrecadar dinheiro, podemos destacar que os objetivos da Pastoral do Dízimo são:
a) conscientizar a todos os membros da comunidade sobre a dimensão bíblica, teológica e espiritual do dízimo;
b) atentar para o fato de que o dízimo é um ato de fé, de esperança e de caridade;
c) testemunhar a alegria de uma vida agradecida a Deus, ofertando mensalmente o dízimo.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Qual o objetivo da Pastoral do Dízimo? (parte 1)

Segundo o site Wikipédia o termo objetivo diz respeito “a um fim que se quer atingir. É o cume de uma busca, quando você tem em mente onde e quando quer chegar”1. “Os objetivos são os resultados que a organização pretende realizar. Nesta etapa, deve- se identificar aonde a organização quer chegar”.2
Haverá, com a estruturação da Pastoral do Dízimo, um consequente incremento na arrecadação do dízimo, porque mais fiéis serão tocados pela mensagem evangelizadora, aumentando, em consequência, o número de fiéis colaboradores, embora não deva ser este o objetivo primeiro das ações dos agentes desta pastoral nem da própria paróquia.
O objetivo da Pastoral do Dízimo não é resolver os problemas de caixa da paróquia nem a busca do equilíbrio financeiro. Para arrecadar dinheiro podem ser feitos diversos tipos de eventos que surtirão efeitos imediatos e resolverão questões financeiras emergenciais. Se for para acrescentar dinheiro ao caixa da paróquia, muitas outras medidas podem ser tomadas com resultados ótimos. O problema é que desta forma a paróquia se transformará em uma mera empresa comercial, numa busca incessante por projetos que produzam resultados financeiros positivos, o que não condiz com os princípios e nem com os objetivos da Igreja.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Cobranças inadequadas em momentos inapropriados desestimulam o dizimista

 As pessoas não são obrigadas a aderir ao dízimo, este é um ato espontâneo, fruto de um amadurecimento espiritual; logo a pastoral não pode impor o dízimo a ninguém. O valor a ser doado por meio do dízimo é de acordo com as possibilidades de cada um e fruto da oração do cristão; logo não pode ser taxado por ninguém.
Dízimo é um ato de fé, não é imposto; logo não pode ser reclamado por ninguém da pastoral do dízimo. Dízimo se devolve, não se cobra; logo se o dizimista atrasa, deixe-o à vontade para regularizar sua situação quando puder. O dizimista não pode, jamais, ser cobrado por ninguém. Apenas Deus tem o direito de reclamar a sua parte, e Ele o fará diretamente com o dizimista e não através da pastoral.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Para a comunidade assimilar o dízimo alguém tem que evangelizá-la

Um trabalho de evangelização através do dízimo dissipará qualquer dúvida que alguém da comunidade tenha com os objetivos do dízimo. 
Dízimo não é para fabricar dinheiro para a Igreja, mas para formar bons cristãos. Logo o fiel católico perceberá que não estará obrigado a ceder nenhum valor imposto pela comunidade, mas a devolver a Deus aquilo que a Deus pertence, nem será constrangido a doar algo fora de suas possibilidades. 

sábado, 10 de dezembro de 2011

A prestação de contas na comunidade

Um dos maiores obstáculos para a adesão ao dízimo nas comunidades é a falta de prestação de contas.
Esta afirmação é verdadeira e detectada em pesquisa realizada pela Revista Paróquias & Casas Religiosas, em sua edição de setembro/outubro de 2006. Este alerta serve para repensarmos a forma como devemos lidar com o dinheiro da coletividade, porque o dinheiro não é da paróquia ou do pároco ou da Igreja. O dinheiro é da comunidade. Se analisarmos que chamamos a todos para serem co-responsáveis por suas comunidades e explicamos que o valor obtido com a devolução do dízimo será empregado com o objetivo de manter o processo evangelizador, é natural que as pessoas se interessem pelo destino deste valor.

domingo, 25 de setembro de 2011

Motivos que desestimulam a devolução do dízimo – parte 3


·                 Mudanças rápidas de padres
·                 Não continuidade dos trabalhos pastorais

Nas comunidades em que os padres chegam e saem muito rapidamente ocorre um problema de comando, os objetivos mudam e os planejamentos devem ser refeitos e o resultado é uma confusão total. Os projetos muitas vezes ficam paralisados e esta inércia provoca um descrédito na comunidade que hesita em depositar sua confiança na equipe e no pároco.  A conseqüência é uma redução nas ofertas, a não adesão de novos dizimistas e até o afastamento dos antigos. Só após os padres se firmarem em suas comunidades e começar a mostrar o seu trabalho é que as pessoas retornarão a realizar suas ofertas como de costume.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Motivos que desestimulam a devolução do dízimo – parte 2


·                
Falta de incentivo
·                 Falta de Pastorais do Dízimo  
·                 Inibição 

Muitos fiéis falam que sequer sabiam da existência do dízimo na Igreja Católica. E isto, infelizmente, ocorre até em comunidades que mantêm uma pastoral do dízimo ativa. Outros fiéis argumentaram que não sabiam o que fazer ou a quem procurar para se tornar um dizimista, pois não foram orientados. Alguns fiéis indagados informalmente se gostariam de se tornar dizimistas responderam que sim, mas não sabiam como era ser dizimista.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Motivos que desestimulam a devolução do dízimo – parte 1

Infelizmente ainda existem pessoas que ainda não se conscientizaram da necessidade de obedecer a Deus e devolver o seu dízimo. Pessoas que apesar de frequentar regularmente a Igreja ainda relutam em obedecer ao mandamento de sua Igreja e tem aqueles acham que colaborar no momento do ofertório é ser dizimista.
Uma desculpa para não assumir o compromisso do dízimo utilizada por algumas pessoas é de que os padres já são muito ricos para precisar de seu dinheiro. Ou de que não dará dinheiro para os padres gastarem à toa. Além de desconhecer a realidade de muitos padres por este Brasil afora, é uma desculpa como qualquer outra.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A consciência de ser dizimista

O dizimista para entregar o seu suado dinheiro na Igreja (não para a Igreja, mas na Igreja, por ser o dízimo propriedade de Deus) deve agir com alegria e espontaneidade. Alegria por estar cumprindo uma vontade de Deus e com espontaneidade por que está é uma das exigências do dízimo: não ser uma imposição. O dizimista deve ser conscientizado e não obrigado a devolver a Deus uma parte daquilo que d’Ele recebeu.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Dízimo: estar em dia com Javé


 Pe. Jerônimo Gasques.
Não atrase em oferecer de sua abundância e de sua fartura. Entregue a mim o seu filho primogênito; faça o mesmo com seus bois e ovelhas: a cria ficará com sua mãe durante sete dias e, no oitavo dia, você entregará para mim. 
A maioria dos católicos, ainda não despertou para a realidade bíblica do dízimo em sua vida. Por este motivo, a maioria vive se perguntando o que Deus está fazendo com sua prece, seus pedidos etc. Não havendo reciprocidade entre o que recebo e aquilo que dou, a dimensão da gratuidade fica deficiente e na produz o efeito que merece. A maioria fica com o nada ao invés de investir no tudo.

sábado, 13 de agosto de 2011

Os dez mandamentos do dizimista fiel


1.    Encarar o dízimo como expressão de partilha
2.    Tirar da mente a ideia de dízimo como esmola
3.    Devolver o dízimo com o coração e a consciência
4.    Devolver o dízimo sem esperar recompensa de Deus
5.    Devolver seu dízimo com fidelidade e assiduidade
6.    Conscientizar pessoas não dizimistas
7.    Manter o cumprimento do dízimo em nome de Deus, não em função do padre
8.    Não se valer da condição de dizimista para fazer exigências à Igreja
9.    Rezar diariamente a oração do dizimista para manter acesa a chama da partilha
10. Procurar crescer na fé e na caridade, consciente de que ser dizimista é sobretudo saber amar


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Todo cristão é um dizimista. Por quê?

Esta postagem dá continuidade à outra intitulada “Bons motivos para ser dizimista”. São excelentes motivos para aderirmos à prática de devolução a Deus daquilo que a Ele pertence. Para reforçar a mensagem contida na postagem anterior reproduzo dois outros artigos pinçados da internet nos sites relacionados no final do texto.
1. Porque na oferta do dízimo eu reforço que tudo que tenho: saúde, família, a vida... tudo, tudo vem de Deus. O dízimo é reconhecimento, é gratidão.

sábado, 30 de julho de 2011

Bons motivos para contribuir com o dízimo

O resultado percebido de uma ação evangelizadora por meio do dízimo é a vivência comunitária mais participativa e fraterna. As pessoas perceberão a importância de uma vida mais generosa, onde atos de partilha serão mais comuns e a adesão ao dízimo será natural. Este não é um quadro utópico, é um resultado que se apresentará após um trabalho de evangelização centrado no sentido bíblico do dízimo.
Testemunhos de dizimistas revelarão que após a devolução do dízimo regular, eles passaram a vivenciar em suas famílias a estabilidade financeira. Onde antes faltava até o básico, passou a se ter o suficiente para todos, mesmo retirando dinheiro para devolver o dízimo. Estes fiéis entenderam que ao devolver uma parte do que é de Deus, Ele passou a derramar suas bênçãos sobre elas.