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sábado, 17 de setembro de 2016

LITURGIA DIÁRIA - Sábado da 24ª Semana Tempo Comum - Cor: Verde


LITURGIA DIÁRIA

Sábado da 24ª Semana Tempo Comum - Cor: Verde

Leituras do Dia

1ª Leitura - 1Cor 15,35-37.42-49
Salmo - Sl 55 (56),10. 11-12. 13-14 (R. Cf. 14c)
Evangelho - Lc 8,4-15

Na liturgia diária fazemos um encontro pessoal com Deus nos colocando a disposição para ouvir seus ensinamentos.

Para bem nos preparar invoquemos a presença do Espírito Santo: 
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.


EVANGELHO: Lc 8,4-15

         – O Senhor esteja convosco.
          – Ele está no meio de nós.
– Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo São Lucas.
          – Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 4reuniu-se uma grande multidão, e de todas as cidades iam ter com Jesus. Então ele contou esta parábola:

5“O semeador saiu para semear a sua semente. Enquanto semeava, uma parte caiu à beira do caminho; foi pisada e os pássaros do céu a comeram. 6Outra parte caiu sobre pedras; brotou e secou, porque não havia umidade. 7Outra parte caiu no meio de espinhos; os espinhos cresceram juntos, e a sufocaram. 8Outra parte caiu em terra boa; brotou e deu fruto, cem por um”. Dizendo isso, Jesus exclamou: “Quem tem ouvidos para ouvir ouça”.

9Os discípulos lhe perguntaram o significado dessa parábola. 10Jesus respondeu:

“A vós foi dado conhecer os mistérios do Reino de Deus. Mas aos outros, só por meio de parábolas, para que olhando não vejam, e ouvindo não compreendam. 11A parábola quer dizer o seguinte: A semente é a Palavra de Deus. 12Os que estão à beira do caminho são aqueles que ouviram, mas, depois, vem o diabo e tira a Palavra do coração deles, para que não acreditem e não se salvem. 13Os que estão sobre a pedra são aqueles que, ouvindo, acolhem a Palavra com alegria. Mas eles não têm raiz: por um momento acreditam; mas na hora da tentação voltam atrás. 14Aquilo que caiu entre os espinhos são os que ouvem, mas, com o passar do tempo são sufocados pelas preocupações, pela riqueza e pelos prazeres da vida, e não chegam a amadurecer. 15E o que caiu em terra boa são aqueles que, ouvindo com um coração bom e generoso, conservam a Palavra, e dão fruto na perseverança”.


– Palavra da Salvação



segunda-feira, 14 de março de 2016

Quem são os irmãos de Jesus?


(padre Paulo Ricardo)


Alguns trechos das Sagradas Escrituras aludem aos supostos ‘irmãos’ de Jesus. A fé católica ensina que Maria Santíssima teve somente um filho: Jesus. E que permaneceu sempre virgem, antes, durante e após o parto.

Trata-se de verdades de fé que devem ser aceitas por todos os católicos. Todavia, diante do ensinamento da Igreja, como explicar o versículo 55 do Evangelho de Mateus quando indaga: "Não é este o filho do carpinteiro? Não é Maria sua mãe? Não são seus irmãos Tiago, José Simão e Judas?" (Mt 13, 55). Ou, justificar a seguinte afirmação da Carta de São Paulo aos Gálatas, "depois, três anos mais tarde, fui a Jerusalém, para conhecer Cefas, e fiquei com ele quinze dias. Não me encontrei com nenhum outro apóstolo, a não ser com Tiago, irmão do Senhor." (cf. 1, 18-19)?

As respostas estão contidas na própria Escritura. Quanto aos dois Tiagos mencionados nas listas dos apóstolos, são alcunhados Maior e Menor. Tiago Maior é filho de Zebedeu, irmão de São João; portanto, não é este que é irmão de Jesus. Tiago Menor, por sua vez, é o filho de Alfeu. As várias listas dos Apóstolos trazem esses dois Tiagos.

No Evangelho de Mateus, vê-se: "estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e depois André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu e seu irmão João; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu, Simão, o cananeu, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus." (cf. 10, 2-4)

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Sobre o Rosário

O que é o Rosário?

A palavra “Rosário” é derivada do latim (rosarium) e seu significado é buquê, grinalda, coroa de rosas.

A Virgem Maria revelou a várias pessoas, em suas aparições, que cada vez que se reza uma Ave Maria uma rosa lhe é entregue e a cada rosário entrega-se uma coroa.

Maria sempre nos orienta a rezar o rosário, por ser uma poderosa arma contra as ações do inimigo.

O rosário é considerado uma oração perfeita porque nele está contida a história da salvação. Nele meditam-se 20 (vinte) passagens da vida de Jesus. Cada passagem denomina-se Mistério. Os mistérios são divididos em 5 (cinco) grupos. Cada grupo de cinco mistérios chama-se terço.  Terço é a quarta parte de um rosário (antes eram 3 mistérios, por isso o nome terço, até que o papa João Paulo II acrescentou mais um mistério). Em suma: quatro terços formam um rosário.

 

Como surgiu a oração do santo rosário?

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Pode a Tradição ser confiável ?

Professor Evaldo Gomes

Os solascripturistas apresentam uma dificuldade: mas como pode a Tradição ser confiável, se ela pode ser deturpada com o tempo como a brincadeira do telefone-sem-fio? Aliás, esse é o grande argumento dos solascripturistas. Tenho lido muitos textos dos defensores da Sola Scriptura e tenho percebido que todos os argumentos se encaminham para essa hipótese. Mas veja: São Paulo, por exemplo, não tinha esse receio, pois confiava na Tradição. Se assim não fosse, não teria dito a Timóteo: "E o que de mim, através de muitas testemunhas ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros." (2 Tm 2,2). S. Paulo disse isso porque reconhecia a Igreja como a Coluna e o Fundamento da Verdade (1Tm 3,15) e que ela guardaria fielmente a doutrina revelada (Mt 16,18-19). Observe que o apóstolo reconhece a autenticidade não só de suas palavras, mas também da transmissão dessa palavra. Se para ele o oral iria se corromper, seria muito estranha essa afirmação.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

A Tradição - II

Professor Evaldo Gomes

A Palavra transmitida e chamada de Tradição é escrita aqui intencionalmente com maiúscula, para diferenciar-se das populares "tradições" (com t minúsculo), ou seja, costumes de origem desconhecida que se repetem pelos tempos afora. Tais "tradições" podem ser boas ou más, podem ser alteradas ou até desaparecer. A Tradição da Igreja, porém, originou-se de Jesus Cristo e dos apóstolos e se estendeu, conduzida pelo Espírito Santo, por todos os séculos através da pregação e da celebração dos mistérios de Cristo na Igreja. Essa Sagrada Tradição, que devemos conservar, é mais ampla que a Sagrada Escritura, e não se opõe a ela nem a contradiz, uma vez que se trata de uma mesma Tradição que se "transmite" escrita ou oralmente.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Mt 1, 18-24

A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo.José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria, em segredo. Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que significa: Deus está conosco”. Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado, e aceitou sua esposa.
Mt 1, 18-24
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
Começamos nossa reflexão citando as palavras do anjo a José, no que toca a concepção e, consequentemente, o nascimento de Jesus.

domingo, 8 de dezembro de 2013

A Tradição - I

Professor Evaldo Gomes

A palavra "Tradição" vem do latim "tradere" e significa "entregar". Tradição é, pois, no contexto aqui empregado, a transmissão ou entrega oral da mensagem cristã, compreendendo aí os ensinos dos apóstolos e dos primeiros cristãos transmitidos através dos Símbolos ou Profissões de fé, o Credo, através dos escritos dos Santos Padres da Igreja e dos ritos da Santa Liturgia. Toda essa mensagem foi primeiramente pregada ao povo e, só depois, foi escrita. Cristo mesmo nada escreveu; apenas pregou oralmente. Apesar de saber ler e escrever (Lc 4,16; Jo 8,6) Jesus anunciou sua mensagem apenas através da pregação, sem nada escrever e poucos dos apóstolos escreveram. Em outras palavras, Jesus e seus discípulos anunciaram o Evangelho predominantemente por via oral.

domingo, 31 de março de 2013

Tempo Pascal, um grande domingo

João de Araújo
www.joaodearaujo.com.br



Considerações litúrgicas

1 - O tempo litúrgico que vai do Domingo da Páscoa ao Domingo de Pentecostes chama-se Tempo Pascal, um período de cinquenta dias, nos quais brilha mais intensamente a luz do mistério da Páscoa, na alegria do Senhor ressuscitado. Podemos dizer que a frase típica do Tempo Pascal poderia ser: “Aleluia! O Senhor ressuscitou verdadeiramente. Aleluia!” (cf. Lc 24,34; At 3,14-15). É, pois, no Tempo Pascal que a liturgia canta com mais vivacidade o aleluia da ressurreição.
2 - Na liturgia do Tempo Pascal, além da ênfase do canto do Aleluia, o Círio pascal é aceso,  como símbolo do Senhor ressuscitado, mesmo nos dias de semana, uma vez que ele é o símbolo mais importante da Páscoa. Isso mostra o caráter festivo que a Igreja quer dar ao Tempo Pascal, que, além de ser um tempo de viva alegria, é também preparação para a grande solenidade de Pentecostes, que encerra e coroa as festas pascais. Segundo Santo Atanásio, o Tempo Pascal deve ser celebrado como um "grande domingo", ou seja, um domingo com duração de cinquenta dias, e o domingo da Páscoa, segundo Santo Agostinho, deve ser considerado e celebrado como o “domingo dos domingos”.  

sábado, 30 de março de 2013

Sábado de aleluia - Vigília Pascal



No Sábado Santo, Com a chegada da noite, entramos no coração das celebrações da Semana Santa!

É a hora da Grande Vigília, a Vigília Pascal, que Santo Agostinho (+ 430 d.C.) chamava a Mãe de todas as Vigílias!

Para os primeiros Cristãos, a Páscoa não era apenas uma Festa entre tantas outras, mas era a Festa das Festas! É assim que é até hoje! A maior Festa da Igreja Católica não é a Festa do Padroeiro (a), mesmo de Nossa Senhora! Não é a Festa do Natal, que é o começo de nossa Salvação! Não é a Festa de Pentecostes, que é complemento da Páscoa! 

A maior Festa da Igreja Católica é a Festa da Páscoa! Somos uma Igreja Pascal!

A Liturgia da Vigília Pascal, riquíssima, divide-se em quatro partes:

quarta-feira, 27 de março de 2013

Entenda o significado do beijo na Cruz na Sexta-feira Santa.


Padre Antônio Xavier

Comunidade Canção Nova, Terra Santa



Em todo o ano, existe somente um dia em que não se celebra a Santa Missa: a Sexta-Feira Santa. Ao invés da Missa temos uma celebração que se chama Funções da Sexta-feira da Paixão, que tem origem em uma tradição muito antiga da Igreja que já ocorria nos primeiros séculos, especialmente depois da inauguração da Basílica do Santo Sepulcro e do reencontro da Santa Cruz por parte de Santa Helena (ano 335 d.C.).

Esta celebração é dividida em três partes: a primeira é a leitura da Sagrada Escritura e a oração universal feita por todas as pessoas de todos os tempos; a segunda é a adoração da Santa Cruz e a terceira é a Comunhão Eucarística, juntas formam o memorial da Paixão e Morte de Nosso Senhor. Memorial não é apenas relembrar ou fazer memória dos fatos, é realmente celebrar agora, buscando fazer presente, atual, tudo aquilo que Deus realizou em outros tempos. Mergulhamos no tempo para nos encontrarmos com a graça de Deus no momento que operou a salvação e, ao retornarmos deste mergulho, a trazemos em nós.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Confissão: Por que me confessar?

Dom Alberto Taveira CorrêaArcebispo de Belém - PA

Quando o penitente se aproxima para confessar os pecados, o sacerdote o recebe com benevolência e o saúda amavelmente. Assim começa a celebração do sacramento da penitência. Depois, exorta o penitente à confiança em Deus com estas palavras ou outras semelhantes: “Deus, que fez brilhar a sua luz em nossos corações, te conceda a graça de reconhecer os teus pecados e a grandeza de tua misericórdia”. Em seguida, o sacerdote pode recordar um texto da Sagrada Escritura que proclame a misericórdia do Senhor e exorte à conversão. Só então a pessoa que foi ao sacramento para celebrar a grandeza do amor misericordioso de Deus confessa os seus pecados, acolhe oportunos conselhos e a ação penitencial indicada pelo confessor. Misericórdia, benevolência, amor, graça, amabilidade! Que expressões! É a festa do perdão num tribunal, cuja sentença, quando existe a contrição e o desejo de uma vida nova, é sempre a absolvição! Este é o sacramento do amor misericordioso de Deus! É sacramento de Quaresma, é graça oferecida a todos os que se reconhecem frágeis e pecadores.

Mas o que é o pecado? Para muitas pessoas trata-se de infringir uma norma, sendo Deus pensado como um policial que vigia e está pronto para sinalizar e multar! Outras, quem sabe, consideram pecado aquilo que “machuca por dentro” e chegam a ficar muito tranquilas, pois julgam ser errado apenas o que “pesou”! Consciência legalista ou relaxada.

terça-feira, 5 de março de 2013

O que é um Papa?


Papa é o título dado ao Bispo e Patriarca de Roma, supremo líder espiritual da Igreja Católica Apostólica Romana, e chefe do Estado da Cidade do Vaticano.

O primeiro Papa foi São Pedro, a quem Jesus Cristo disse: “Tu és Pedro e sobre esta pedra construirei a minha Igreja. A ti darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mateus, 16, 13-20).

Como Pedro terminou seus dias em Roma, no seio da Igreja Romana, dando aí o seu supremo testemunho de amor a Nosso Senhor, derramando seu sangue por Cristo, os Bispos de Roma são sucessores de Pedro. Como Pedro, a missão deles é sempre recordar, custodiar e proclamar a experiência fundamental da nossa fé: Jesus morto e ressuscitado é o Cristo, o Filho do Deus vivo, o Salvador! O Papa é, então, Sucessor de Pedro como Bispo da Arquidiocese de Roma.

domingo, 3 de março de 2013

Como funciona um Conclave?


Quais são as regras que regem o Conclave?
Quando e como ele se iniciará?
Como se darão as votações?
Quantos votos são necessários para que seja eleito o novo Papa?
Nesta Resposta Católica, Padre Paulo Ricardo explica como acontecerá, na prática, a escolha do novo Sumo Pontífice da Igreja Católica.
 
Clique no link e assista o vídeo que tirará muitas dúvidas que você tem.
 
 
 
 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Padre explica o que acontece à pessoa após a morte


André Luiz  - Da Redação Canção Nova

 Padre Wagner Ferreira, Doutor em Teologia Moral e Formador Geral da Comunidade Canção Nova

Desde os primeiros séculos, os cristãos já visitavam os túmulos dos mártires para rezar por eles e por todos aqueles que um dia fizeram parte da comunidade primitiva..

Logo, é possível se perguntar: o que acontece após a morte? Para onde foram os que morreram? Céu e inferno são realmente lugares ou apenas estados de espírito? 

Padre Wagner Ferreira, Doutor em Teologia Moral e Formador Geral da Comunidade Canção Nova,  explica, segundo a doutrina da Igreja Católica, o que acontece à pessoa após a morte. O padre fala ainda sobre céu, inferno e purgatório e,  esclarece a diferença entre o juízo final e o fim do mundo.

noticias.cancaonova.com – Em primeiro lugar, como devemos olhar a realidade da morte?

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Esclarecimento de D. Henrique Soares


Dom Henrique Soares da Costa

Perguntam-me pelas profecias de São Malaquias.

Primeiro, o termo profecia. Profecia não é predição de futuro, mas uma palavra que Deus dirige ao Seu povo, como fez pelos profetas de Israel.

São Malaquias foi um santo Bispo medieval que, em visita a Roma, teve um sonho sobre o papado. Pronto e basta.

No século XVI um falsário italiano inventou as "profecias" atribuindo-as ao santo Bispo. Essa obra falsa, numa linguagem enigmática, tem a pretensão de descrever os pontificados até o fim dos tempos... Lembram do calendário maia? Pois é: o mundo acabou em 2012, não foi?

Até quando as tolices ocuparão o coração humano?

Fixemos-nascem Cristo que dirige o mundo e a Sua santa Igreja!

Quarta-feira de Cinzas, início da Quaresma, tempo de conversão


Padre Roger Luis


Uma das frases – no momento da imposição das cinzas – serve de lembrete para nós: “Lembra-te que do pó viestes e ao pó, hás de retornar”. A cinza quer demonstrar justamente isso; viemos do pó, viemos da cinza e voltaremos para lá, mas, precisamos estar com os nossos corações preparados, com a nossa alma preparada para Deus.

A Quarta-feira de Cinzas leva-nos a visualizar a Quaresma, exatamente para que busquemos a conversão, busquemos o Senhor. A liturgia do tempo quaresmal mostra-nos a esmola, a oração e o jejum como princípios da Quaresma.

O tempo da Quaresma e a Campanha da Fraternidade


blogdocanteli.blogspot.com.br
 
O que quer dizer quaresma?
        A palavra quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus cristo, comemorada no famoso domingo de páscoa. Esta prática data desde o século iv.
        Na quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira (até a missa da ceia do senhor, exclusive - diretório da liturgia - CNBB) da semana santa, os católicos realizam a preparação para a páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O que acontece depois da morte?


Por Edson Sampel

Os itens abaixo estão baseados na “Carta sobre algumas questões referentes à escatologia”, da Congregação para a Doutrina da Fé, da Igreja católica. 1) Depois da morte, ocorre a sobrevivência e a substância de um elemento espiritual, dotado de consciência e de vontade. Subsiste, assim, o eu humano, enquanto carece do complemento do seu corpo. Este elemento espiritual se chama alma.

2) Aguarda-se a gloriosa manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo, considerada, entretanto, distinta e postergada em relação à condição própria do homem imediatamente depois da morte.  Alguns teólogos denominam evo [pronuncia-se évo] esse “tempo” que medeia entre a morte e a ressurreição dos mortos, no juízo final.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Você sabia?


Você sabia que a oração "Por Cristo, com Cristo e em Cristo, a vós Deus Pai..." é EXCLUSIVA do sacerdote? E que a assembleia NÃO deve repetir esta oração na missa?

A única coisa que a assembleia deve fazer é dizer Amém logo após.

Apenas o sacerdote pode recitá-la, porque é ele quem oferece o sacrifício a Deus.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Documentos do Concílio Ecumênico Vaticano II

Apresentamos agora a relação dos documentos aprovados durante a realização do Concílio Vaticano II. Esta postagem é uma continuação do texto O que foi o Concílio Vaticano II?

Os documentos estão relacionados abaixo.

A estrutura é a seguinte:

Classificação (Constituições, Declarações e Decretos)

Nome do documento (sigla)

Breve explicação.

Início do texto em latim.

Início do texto na língua portuguesa.

Todos os documentos contêm links para que possam acessá-los diretamente no site do Vaticano, em diversas línguas, inclusive a portuguesa.